14 entidades da pecuária se posicionam contra regra europeia de antimicrobianos
Quatorze organizações que representam a pecuária nacional assinaram uma nota conjunta contra levar para a legislação brasileira as normas europeias que restringem antimicrobianos na criação de animais.
O posicionamento conjunto reage a uma possível aproximação da regulação brasileira aos critérios europeus sobre antimicrobianos em animais de produção. As entidades argumentam que adotar essas exigências abalaria a competitividade da pecuária nacional e a autonomia do país para definir suas próprias normas. Na prática, regras mais restritivas costumam mexer com custos de manejo, sanidade do rebanho e acesso a mercados exportadores. Por isso o desfecho interessa diretamente ao produtor rural, que sente qualquer aperto regulatório no custo da atividade e na competitividade da carne nacional. A discussão tende a esquentar à medida que a Europa endurece padrões sanitários e o Brasil tenta preservar espaço no comércio internacional de proteína animal.
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