Soja segura patamar acima de R$ 140 em Paranaguá pelo quarto dia
O indicador Cepea/Esalq subiu 0,30% nesta segunda (13/7) e fechou a R$ 140,86 a saca no porto paranaense, acumulando alta de 5,45% no acumulado de julho.
O indicador Cepea/Esalq subiu 0,30% nesta segunda (13/7) e fechou a R$ 140,86 a saca no porto paranaense, acumulando alta de 5,45% no acumulado de julho.
No nordeste do Kansas, chuvas abundantes deixaram lavouras de milho e soja verdes e vigorosas, num dos melhores inícios de ciclo já vistos pelo produtor Brett Neibling.
A falta de chuva nas áreas produtoras dos Estados Unidos voltou a pressionar a oferta e levou os contratos de soja a ganharem terreno na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira, segundo análise da AgResource Brasil.
Segundo a Conab, a produção brasileira de grãos pode alcançar 237,2 milhões de toneladas na temporada 2016/17 — alta de 27,1%, ou 50,6 milhões de toneladas, sobre as 186,6 milhões do ciclo anterior.
Com a comercialização travada, o grão do trigo se valorizou quase 2% no mês no Paraná e arrastou a farinha junto. Só o farelo caiu, pressionado pela maior oferta de milho na ração.
Levantamento do IBGE divulgado em junho aponta produção de grãos 30,1% acima do resultado de 2016. Na comparação com maio, tanto o volume estimado quanto a área plantada foram revisados para cima.
Depois de acumular ganhos nos pregões anteriores, os contratos futuros de milho voltaram a operar em queda na Bolsa de Chicago nesta terça-feira, aliviando parte das perdas ao longo da sessão, mas sem recuperar o sinal positivo.
Produtores mato-grossenses adiantaram parte das vendas da soja 2017/18 nas últimas semanas, porém o ritmo ainda está abaixo do visto na temporada passada. O plantio da nova safra deve começar em meados de setembro.
Os contratos futuros de soja caíram na bolsa de Chicago depois que previsões de chuva e temperaturas mais amenas nas lavouras dos Estados Unidos melhoraram as perspectivas para a produção norte-americana.
O USDA informou leve melhora nas lavouras norte-americanas: o milho subiu 1 ponto e chegou a 68% em condição boa a excelente, enquanto a soja aparece com 65%. Números que servem de termômetro para o mercado global de grãos.
Os contratos de soja subiram no início da semana na bolsa de Chicago, impulsionados pela volta do interesse chinês por grãos americanos e por uma previsão de tempo quente e seco em regiões produtoras dos EUA.
A oleaginosa encerrou o pregão de segunda-feira em valorização na bolsa norte-americana, sustentada pela ameaça de tempo desfavorável às lavouras dos Estados Unidos e pela forte disparada dos preços do petróleo.
Um agricultor do centro-oeste de Indiana, nos Estados Unidos, afirma que o tempo ruim no início da temporada travou o crescimento da soja: as plantas chegaram a poucos centímetros e estacionaram, bem abaixo do esperado para a época.
Amanda Lacerda, Ângela Oliveira e Ângela Coutinho estiveram à frente da edição mais recente do Florada Premiada, concurso de café do Grupo Três Corações, reforçando a presença feminina na produção de cafés especiais no Brasil.
O relatório semanal do USDA classificou 84% do milho e 81% da soja do estado de Minnesota como boa ou excelente, num quadro de melhora contínua das lavouras norte-americanas.
Produtores do estado americano de Michigan aceleram a colheita de trigo para garantir a qualidade dos grãos. As primeiras cargas já chegaram às recebedoras, com resultado considerado bom no início da safra.
Nos Estados Unidos, a colheita de trigo de inverno em Dakota do Sul avançou acima do esperado, com produtividades relatadas de 50 a 80 bushels por acre. Já o milho da região ainda depende de chuvas no momento certo.
Nos Estados Unidos, lavouras de milho do estado do Missouri enfrentam falta de chuva na fase crítica de polinização, enquanto soja, algodão e arroz seguem em boas condições, com agosto decisivo para a produtividade.