Bimbo, Vigor e Luckau apostam em proteína para crescer no varejo
Indústrias de alimentos de todos os portes passaram a enriquecer chocolates, salgadinhos de queijo e pães com proteína, aproveitando o apetite do consumidor por itens funcionais no varejo.
O movimento reflete uma mudança de comportamento no varejo brasileiro, onde produtos com apelo proteico deixaram de ser nicho de academia e chegaram às gôndolas do dia a dia. Para o produtor rural, esse reposicionamento tende a aquecer a demanda por matérias-primas da cadeia — do leite que vira queijo ao trigo dos pães reforçados. Quando a indústria corre atrás de mais proteína, quem está no campo pode ganhar um novo vetor de escoamento e, potencialmente, melhores preços. Vale acompanhar como a tendência se traduz em contratos e volumes ao longo da safra, já que modismos de consumo nem sempre se sustentam. Ainda assim, o recado é claro: proteína virou argumento de venda e mexe com toda a cadeia agroindustrial.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Forbes Agro:
Leia a matéria completa em Forbes Agro