Bolsa CME cria dois futuros de aparas bovinas, o 'contrato do hambúrguer'
A bolsa americana CME vai lançar dois contratos futuros baseados em aparas de carne bovina — a matéria-prima do hambúrguer — para dar ferramentas de proteção de preço a toda a cadeia da carne.
Os novos instrumentos permitem que frigoríficos, varejo e demais elos travem antecipadamente o preço das aparas, os recortes de carne que abastecem a produção de moída e hambúrguer. Segundo o executivo da CME John Ricci, a ideia é conectar a cotação do boi vivo ao produto que de fato chega ao consumidor, algo que ele comparou a um 'contrato de hambúrguer'. Para o pecuarista brasileiro o movimento importa, já que o país é um dos maiores exportadores de carne do mundo e as referências de preço da CME influenciam o comércio internacional. Mais liquidez e novas opções de hedge tendem a suavizar a volatilidade que pressiona as margens de quem cria gado. É mais um sinal de que a gestão de risco da proteína animal fica cada vez mais sofisticada, e quem entende esses mecanismos larga na frente.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Brownfield Ag News:
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