Cafés especiais viram atrativo turístico e reforçam renda do produtor mineiro
Em Minas Gerais, a aposta em cafés especiais e marcas próprias abriu uma nova frente de turismo rural nas regiões produtoras, ajudando famílias a agregar valor à bebida e a diversificar a renda no campo.
A transformação vem da verticalização da cadeia produtiva: em vez de vender só o café em grão, produtores passaram a processar, torrar e comercializar a bebida sob marca própria, o que costuma render preços acima dos praticados para a commodity. Nas regiões de Caparaó e Alto Jequitibá, por exemplo, esse esforço conta com apoio de um programa da Emater-MG que orienta as famílias na estruturação do negócio. Para o produtor, o modelo aponta um caminho concreto de agregação de valor: somar a venda direta ao consumidor à receita gerada pela visitação na propriedade. Num mercado em que a rentabilidade depende cada vez mais de diferenciação, transformar a fazenda em destino ajuda a reduzir a dependência das oscilações de preço do café.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Globo Rural:
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