Calor e seca ameaçam vinho francês e podem derrubar safra em 10%
Uma onda de calor e a falta de chuva atingem regiões tradicionais de vinho na França — como Champagne, Bordeaux e Borgonha — e alimentam projeções de perda de cerca de 10% na produção da temporada.
O verão europeu de 2026 tem registrado temperaturas elevadas e chuvas escassas, combinação que estressa as videiras justamente na fase de maturação das uvas. Em polos históricos como Champagne, Bordeaux e Borgonha, produtores já trabalham com a expectativa de colher menos que o previsto, o que tende a encarecer o vinho no mercado internacional. Para o produtor brasileiro, o episódio funciona como alerta: eventos climáticos extremos deixaram de ser exceção e reforçam o peso da irrigação, do manejo de solo e do seguro rural. Além disso, uma oferta menor lá fora pode abrir espaço competitivo para a vitivinicultura nacional, forte na Serra Gaúcha e no Vale do São Francisco.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Forbes Agro:
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