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Política

Catadoras de mangaba resistem à expansão urbana de Aracaju e planejam renda no território

Comunidade tradicional que vive da coleta do fruto no litoral de Sergipe articula manejo comunitário, agregação de valor e turismo local para manter a atividade diante do avanço imobiliário sobre suas áreas.

Catadoras de mangaba resistem à expansão urbana de Aracaju e planejam renda no território
Imagem: card de marca AgroRumo News.

O crescimento da capital sergipana pressiona as áreas de restinga onde essas trabalhadoras extrativistas colhem a mangaba há gerações, ameaçando um modo de vida e uma fonte de renda familiar. Para não perder o território, o grupo aposta em três frentes: um plano de manejo construído pela própria comunidade, o processamento do fruto para vender polpa e derivados com mais valor, e o turismo de base comunitária como receita complementar. O caso reacende um debate cada vez mais presente no campo brasileiro: como conciliar a expansão de cidades e do agronegócio com a permanência de povos e comunidades tradicionais em suas terras. Para o produtor rural, é um lembrete de que segurança jurídica sobre a terra e reconhecimento de atividades extrativistas influenciam diretamente a organização produtiva e o acesso a mercados. A valorização de cadeias como a da mangaba ainda abre espaço para nichos de alimentos regionais com forte apelo de origem.

Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Canal Rural:

Leia a matéria completa em Canal Rural

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