Confiança do empresário industrial cai ao menor patamar desde a pandemia
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) recuou 2,3 pontos em julho, caindo de 46,7 para 44,4 — o pior patamar desde o pico da pandemia de covid-19. A CNI aponta o cenário externo como principal fator.
O termômetro que mede o humor dos donos de fábrica no país voltou ao campo pessimista e reforça a leitura de cautela na economia. Para quem está no campo, o sinal é indireto, mas relevante: a indústria que produz tratores, colheitadeiras, fertilizantes e defensivos vive o mesmo clima de insegurança, e a agroindústria que transforma a produção também opera com o pé no freio. Empresário desconfiado costuma segurar investimento e estoque, movimento que pode respingar em preços, prazos e oferta de insumos ao longo da safra. A entidade liga a piora sobretudo ao ambiente internacional, ponto nevrálgico para o agro do Brasil, que exporta boa parte do que produz e sente de perto oscilações de câmbio e de demanda lá fora. Nas próximas leituras será possível avaliar se o recuo foi pontual ou se marca o início de uma virada de tendência.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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