Criador da maçã que não escurece quer reprojetar o pomar para robôs
O empresário Neal Carter recomprou sua empresa de biotecnologia e agora estuda alterar geneticamente macieiras para crescerem na horizontal, facilitando a colheita autônoma e reduzindo custos de mão de obra.
Carter, responsável pela maçã que não escurece, propõe engenheirar árvores que frutificam em madeira nova todo ano, permitindo conduzi-las como parreiras — com os frutos concentrados em uma única faixa. A ideia é abrir caminho para máquinas autônomas que percorrem fileiras estreitas e recolhem as maçãs sem colheita manual. Segundo o veículo, o novo desenho poderia economizar entre US$ 8 mil e US$ 10 mil por acre, ante um custo atual estimado em US$ 14 mil a US$ 16 mil, num cenário em que salários rurais dobraram em algumas regiões na última década. Para o produtor brasileiro, o caso aponta uma tendência que já pressiona o campo aqui: redesenhar a própria planta para caber no robô pode se tornar peça central da fruticultura e de outras culturas mecanizáveis.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo The Spoon:
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