Dor e inflamação fazem boi de corte render menos e custar mais
Segundo especialista, animais que sentem dor ou têm inflamação engordam menos e consomem mais recursos, o que reduz a eficiência da engorda e pressiona o custo de produção no corte.
O bem-estar animal deixou de ser só uma questão ética e virou variável econômica na pecuária de corte. Quando o boi enfrenta dor — por procedimentos de manejo, problemas de casco, brigas no lote ou inflamações — ele tende a comer menos e gastar energia com a recuperação, o que trava o ganho diário e alonga o tempo até o abate. Cada dia a mais no cocho ou no pasto significa mais gasto com alimentação e menos giro de capital para o produtor. Controlar dor e inflamação com bom manejo e protocolos sanitários adequados pode proteger a margem e melhorar a conversão alimentar do rebanho.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Canal Rural:
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