Entidades rurais pressionam governo por regras mais claras no Minha Casa, Minha Vida Rural
Em audiência na Câmara nesta semana, representantes do campo cobraram do Ministério das Cidades e da Caixa mais transparência e rapidez na seleção de projetos do programa de moradia rural.
O debate ocorreu em 8 de julho, na Comissão de Desenvolvimento Urbano, onde lideranças do Norte e Nordeste apontaram falta de clareza nos critérios que definem quais projetos entram ou ficam de fora. Pelos dados apresentados, das 7.430 propostas inscritas na modalidade rural, 5.950 foram habilitadas e 1.480 acabaram rejeitadas — e é a ausência de justificativas para essas exclusões que move a cobrança. O Ministério das Cidades trabalha com orçamento inicial de R$ 11,8 bilhões, dos quais cerca de R$ 9 bilhões já foram empenhados para a linha de habitação popular. Para o trabalhador e o produtor rural, esse é um dos principais caminhos de acesso à casa própria no campo, e critérios mais previsíveis reduzem o risco de comunidades inteiras perderem o benefício. A discussão também tratou do atendimento a territórios quilombolas isolados, hoje visto como insuficiente pelas entidades.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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