Fazenda em Goiás corta mortalidade de bezerros órfãos em 37% com bezerreiro
Uma propriedade goiana passou a criar bezerros rejeitados ou órfãos em bezerreiro com sucedâneo lácteo e mamadeiras coletivas, recuperando animais que antes eram perdidos a campo e evitando prejuízo acima de R$ 400 mil.
O bezerro guacho é aquele que perde a mãe ou é rejeitado logo após o nascimento, situação comum em rebanhos de corte e leite e que costuma terminar em morte quando o animal fica sem assistência no pasto. Ao estruturar um bezerreiro com alimentação artificial — sucedâneo no lugar do leite materno e mamadeiras que atendem vários animais ao mesmo tempo —, a fazenda goiana recuperou filhotes que seriam contabilizados como perda. A redução de 37% na mortalidade se traduz em mais terneiros desmamados e disponíveis para o rebanho ou para a venda. Para o produtor, cada bezerro salvo é receita que deixa de ser desperdiçada, o que ajuda a explicar a economia relatada acima de R$ 400 mil. Com o bezerro valorizado, converter mortes em animais criados vira alavanca direta de rentabilidade na pecuária.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Giro do Boi:
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