IA física impulsiona robôs autônomos no agro europeu e mira mercado de US$ 200 bilhões
Robôs autônomos e sensores de alta precisão já otimizam a colheita hidropônica de tomate na Europa. A chamada IA física deve movimentar até US$ 200 bilhões até 2030.
A combinação de máquinas autônomas com sensores de precisão vem ganhando espaço na agricultura europeia, aplicada em operações como a colheita de tomate em sistemas hidropônicos e na redução de custos no campo. A projeção é de que esse segmento de inteligência artificial aplicada a equipamentos físicos alcance a casa dos US$ 200 bilhões até o fim da década. Para o produtor brasileiro, o movimento sinaliza uma tendência que tende a chegar por aqui: automação capaz de cortar despesas operacionais e aumentar a eficiência da colheita. Acompanhar essa curva tecnológica pode definir competitividade nas próximas safras, especialmente em cultivos protegidos e de alto valor agregado.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Forbes Agro:
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