Lula defende papel do Estado nos minerais críticos e mira soberania do Brasil
Em reunião nesta sexta (10), o presidente classificou os minerais críticos como estratégicos e disse que podem dar ao país soberania financeira, tecnológica e de conhecimento, defendendo protagonismo estatal para transformar reservas em indústria e inovação.
Durante encontro no dia 10 de julho, Lula cobrou uma definição sobre como o país vai explorar minerais como terras raras, lítio, grafita, níquel, cobre, nióbio e vanádio — recursos hoje em alta na disputa tecnológica global. Ele comparou o momento ao início da exploração de petróleo no século passado e defendeu que o Estado lidere a agregação de valor, em vez de apenas exportar minério bruto. O presidente também citou os Estados Unidos e a China, afirmando que o Brasil pode alcançar capacidade igual ou superior no processamento desses materiais. Para o campo, o tema importa porque parte dessas reservas fica no interior, e o rumo da política mineral pode influenciar infraestrutura, uso do solo e novas oportunidades econômicas nas regiões produtoras. Como nenhuma decisão final foi anunciada, os próximos passos seguem como expectativa.
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