Maioria nos EUA espera guerra longa com Irã; agro monitora custos
Levantamento Reuters/Ipsos aponta que 80% dos norte-americanos entrevistados preveem um confronto duradouro com o Irã. No campo brasileiro, a escalada liga o alerta para combustível, frete e fertilizantes.
O levantamento ouviu norte-americanos ao longo de três dias e foi encerrado no domingo, em meio ao agravamento dos confrontos e ao anúncio, pelo presidente Donald Trump, de um bloqueio à navegação de navios iranianos no Golfo Pérsico. Ainda que o conflito esteja geograficamente distante, o Oriente Médio ocupa posição central no mercado global de petróleo e de fertilizantes — insumos que pesam diretamente no custo de produção no Brasil. Uma escalada prolongada tende a pressionar o diesel, encarecer o transporte da safra e ampliar a volatilidade nas cotações de grãos e da proteína animal. Operadores costumam classificar tensões geopolíticas como fator de risco para os preços, embora os efeitos reais dependam da intensidade e da duração da crise. Para o produtor, o recado é acompanhar de perto: choques no petróleo se espalham rápido por toda a cadeia do agronegócio.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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