Miguel Daoud debate se Proferte reduz a compra externa de fertilizantes pelo Brasil
O analista de mercado Miguel Daoud avaliou o Proferte e discutiu até que ponto ele pode ampliar a fabricação nacional de fertilizantes e reduzir a compra do produto no exterior.
Fertilizantes estão entre os insumos que mais pesam no custo de produção do campo, e boa parte do que é usado nas lavouras brasileiras ainda chega de outros países. Foi nesse contexto que Miguel Daoud analisou o Proferte, colocando em discussão se a medida realmente tem força para aumentar a oferta interna de adubos. Para o produtor, o tema é sensível: quando o país depende de compras no exterior, oscilações de câmbio e tensões geopolíticas podem encarecer o insumo de uma safra para outra. Ampliar a fabricação dentro do Brasil tende a dar mais previsibilidade de preço e reduzir o risco de desabastecimento em momentos de crise. Ainda assim, os efeitos concretos seguem como expectativa do setor e dependem de como o projeto avança na prática.
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