Milho e sorgo mais baratos derrubam custo do boi confinado em SP
Levantamento ligado à USP aponta que o custo diário para terminar o boi em confinamento caiu ao menor nível do ano em São Paulo, reflexo direto da baixa do milho e do sorgo na ração.
O índice calculado por pesquisadores da USP mede quanto o pecuarista gasta, por dia, para engordar cada animal confinado — e esse valor vem recuando em São Paulo. A explicação está no bolso: milho e sorgo, que respondem pela maior fatia da dieta, ficaram mais acessíveis e aliviaram a conta da terminação. Com a diária mais barata, o gargalo da rentabilidade migra da ração para o preço do boi magro, o animal comprado para reposição. Na prática, quem planeja lotar o cocho agora tende a negociar com mais margem, mas precisa ficar de olho no custo de aquisição, que passa a definir o resultado final. Para o produtor, fica o recado de que a estratégia de compra pesa tanto quanto o manejo nutricional nesta janela.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Giro do Boi:
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