MPF adia para 2027 novas regras para fornecedores indiretos de boi na Amazônia
O Ministério Público Federal vai esperar mais seis meses para começar a cobrar o rastreamento das fazendas que abastecem a pecuária da Amazônia de forma indireta. O que valeria em julho foi transferido para 2027.
O acordo conhecido como Carne Legal já obriga os frigoríficos a checar as fazendas que vendem boi direto para o abate, mas as propriedades que criam bezerros e engordam o gado magro no início da cadeia seguem fora desse controle. É esse ponto cego que as novas regras pretendem fechar, acompanhando a origem do animal desde a fase de cria. Para o pecuarista da Amazônia Legal, o adiamento abre alguns meses a mais para organizar registros, documentação e sistemas de rastreio antes de a cobrança passar a valer. E o assunto mexe com o bolso: a rastreabilidade completa do rebanho virou uma exigência cada vez maior de compradores dentro e fora do país para a carne brasileira seguir competitiva em mercados exigentes.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Globo Rural:
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