Na moagem do trigo, teor de proteína não decide sozinho o blend
Moinhos combinam lotes de trigo para atingir a qualidade desejada, e a proteína é apenas um dos fatores: outras variações do grão também pesam na formulação.
Ao montar o blend de trigo para moagem, o moinho não pode olhar apenas para o teor de proteína, já que outras características do grão influenciam o resultado final da farinha. Ignorar essas variações pode gerar farinha fora do padrão exigido por panificadoras e indústrias. Para o triticultor brasileiro, isso reforça que a proteína é importante, mas não é o único critério que define o valor e o destino da sua produção. Entender o que o moinho realmente busca ajuda o produtor a posicionar melhor o trigo no mercado e a negociar prêmios por qualidade.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo World Grain:
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