Onda de calor recorde ameaça produção de parmesão na Itália e alerta a pecuária
Ondas de calor sem precedentes na Emília-Romanha, berço do parmesão, forçam produtores a manter os estábulos ventilados o dia inteiro para conter o estresse térmico das vacas e preservar o leite.
Na região italiana da Emília-Romanha, tradicional fornecedora do Parmigiano-Reggiano, a escalada das temperaturas mudou a rotina das fazendas: janelas de estábulos que antes só eram abertas à noite agora ficam escancaradas o tempo todo para aliviar o calor sobre os animais. O estresse térmico derruba tanto o volume quanto a qualidade do leite, matéria-prima direta do queijo. Segundo produtores ouvidos pela reportagem, cresce o receio de que gerações futuras não consigam mais fabricar o produto no mesmo padrão. Para o pecuarista brasileiro, o caso reforça um desafio já familiar: ondas de calor cada vez mais intensas exigem investimento em sombreamento, ventilação e manejo para proteger o rebanho e a renda.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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