Petróleo salta com ataques no Estreito de Ormuz e acende alerta no diesel
O barril Brent subiu mais de 5% após navios serem atingidos no Estreito de Ormuz, enquanto a ata do Federal Reserve reforçou o risco de novos aumentos de juros nos EUA. As bolsas de Nova York fecharam sem sintonia.
Três embarcações foram atingidas no Estreito de Ormuz — corredor por onde escoa boa parte do petróleo mundial — e a resposta militar americana elevou a tensão geopolítica, empurrando o Brent para cerca de US$ 78 e o WTI para perto de US$ 73 o barril. No mesmo dia, a ata do Fed revelou dirigentes abertos a subir ainda mais os juros para conter a inflação, hoje mantidos entre 3,50% e 3,75% ao ano. Para o produtor brasileiro, a combinação pesa nos dois bolsos: petróleo em alta tende a encarecer diesel, frete e fertilizantes bem na largada dos trabalhos de safra, enquanto o juro americano firme sustenta o dólar — o que pode melhorar o preço em reais de soja e milho, mas também deixa o crédito global mais caro. Vale ficar de olho: o mercado já enxerga chance majoritária de novo aperto do Fed em setembro, e o rumo do barril dependerá de como a crise no Oriente Médio evoluir.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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