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Por que o maquinário do agro ainda não roda com biocombustível nacional

O Brasil é referência em etanol e biodiesel, mas boa parte das máquinas no campo ainda depende do diesel fóssil. Uma discussão no setor defende acelerar a mecanização movida a combustíveis renováveis produzidos aqui.

Por que o maquinário do agro ainda não roda com biocombustível nacional
Imagem: card de marca AgroRumo News.

Mesmo liderando a produção de combustíveis renováveis, o país ainda vê tratores, colheitadeiras e caminhões da lavoura abastecerem majoritariamente com diesel de origem fóssil. A publicação argumenta que essa contradição pesa no bolso do produtor, já que o diesel é um dos maiores custos da operação e fica exposto à variação do dólar e do petróleo. Ampliar o uso de etanol, biodiesel e outras fontes nacionais poderia reduzir a dependência externa e trazer mais previsibilidade aos custos da safra. Para o setor, destravar essa transição depende de tecnologia embarcada nas máquinas, incentivos e escala — e, segundo o veículo, é um movimento que o agro não deveria mais adiar.

Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Canal Rural:

Leia a matéria completa em Canal Rural

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