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Política

São Paulo muda combate ao greening e flexibiliza erradicação por incidência

A Secretaria de Agricultura de São Paulo classificou os municípios por incidência do greening: onde há manejo, cítricos adultos doentes podem ser poupados da erradicação. As regras para transporte de frutas também mudaram.

São Paulo muda combate ao greening e flexibiliza erradicação por incidência
Imagem: card de marca AgroRumo News.

A Portaria Defesa nº 46/2026, publicada em 6 de julho, divide os municípios paulistas entre alta e baixa incidência da doença, e é esse enquadramento que passa a definir como cada produtor deve agir. Em áreas de alta incidência, plantas com até três anos ainda precisam ser eliminadas, mas cítricos adultos já doentes podem permanecer desde que sob manejo adequado — o que reduz o custo de replantio para quem mantém o controle do psilídeo, inseto que transmite o HLB. Onde a incidência é baixa, a erradicação segue obrigatória para conter o avanço da praga. A norma ainda cria a exigência de processamento e escovação dos frutos para envio a outros estados, com exceção da tangerina Ponkan. Para o citricultor, saber em qual grupo seu município se encaixa vira decisão econômica direta, já que o greening continua sendo a maior ameaça sanitária dos pomares e o reenquadramento é revisto todo mês de maio.

Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo AgroRevenda:

Leia a matéria completa em AgroRevenda

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