Secagem lotada segura o ritmo da colheita da safrinha no Oeste paranaense
Cerca de um quarto da área de milho de inverno já foi colhida na região Oeste do Paraná, mas a fila nos secadores e a falta de espaço nos armazéns estão limitando o avanço.
A produção de milho segunda safra na principal região agrícola do Paraná chegou a algo entre 24% e 25% da área trabalhada até o início de julho. O problema não está na lavoura: os grãos saem do campo ainda úmidos e precisam passar pelos secadores antes de serem estocados, e a capacidade dessas unidades não tem acompanhado o volume que chega. Quando o recebimento congestiona, parte dos produtores acaba segurando máquina parada ou improvisando armazenagem, o que pressiona custos justamente no pico da operação. Para quem está no campo, esse gargalo logístico pesa tanto quanto o clima, porque grão retido com umidade alta perde qualidade e pode virar desconto na hora da venda.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Safras & Mercado:
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