Startup irlandesa usa IA para achar peptídeos em alimentos e levanta US$ 45 milhões
A Nuritas, fundada pela cientista Nora Khaldi, aplica inteligência artificial para identificar compostos bioativos em alimentos e captou US$ 45 milhões para expandir sua plataforma.
A empresa nasceu em Dublin depois que a fundadora se interessou por casos curiosos da natureza, como o leite de wallaby, e passou a usar algoritmos para mapear peptídeos com potencial funcional em matérias-primas alimentares. A proposta é acelerar a descoberta de ingredientes de valor agregado sem depender apenas de tentativa e erro em laboratório. Para o produtor brasileiro, o movimento sinaliza uma tendência que pode valorizar commodities e subprodutos do campo, transformando grãos, leite e proteínas em insumos de maior margem para a indústria de alimentos e nutrição. Tecnologias assim aproximam a agroindústria da bioeconomia e abrem espaço para o Brasil, grande fornecedor de matéria-prima, capturar parte dessa cadeia mais rentável.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo The Spoon:
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