Tesouro IPCA+ protege mais o patrimônio no longo prazo que o CDI, diz relatório
Um novo estudo da TAG Investimentos questiona o hábito de usar aplicações atreladas ao CDI contra a inflação e sugere que o Tesouro IPCA+ preserva melhor o poder de compra em prazos mais longos.
Por anos, o mercado tratou os investimentos ligados ao CDI como o caminho mais seguro para blindar o dinheiro da inflação. O levantamento da TAG Investimentos joga dúvida sobre essa crença: no horizonte longo, quem prioriza o CDI pode acabar vendo o patrimônio real encolher, enquanto os papéis do Tesouro corrigidos pelo IPCA tenderiam a garantir ganho acima da alta de preços. Para o produtor rural, que costuma guardar reserva de caixa entre safras e planejar investimentos de anos, a diferença é concreta: onde estacionar o capital influencia o poder de compra futuro de insumos, máquinas e terra. A leitura reforça a importância de casar o prazo da aplicação com o objetivo, separando liquidez de curto prazo de proteção patrimonial de longo prazo.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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