Trigo dispara nos EUA ao maior nível desde maio com tensão Rússia-Ucrânia
Os contratos futuros do cereal alcançaram o maior valor em quase seis semanas, impulsionados pelo temor de nova escalada no Leste Europeu e pela expectativa de estoques mundiais mais apertados.
A alta foi puxada por dois fatores combinados: sinais de recrudescimento da guerra entre Rússia e Ucrânia — duas grandes fornecedoras mundiais do grão — e leituras de mercado que apontam para uma oferta global mais enxuta. O receio é de que um agravamento do conflito volte a atrapalhar o embarque de cargas pelo Mar Negro, rota decisiva para as exportações da região. Para o produtor brasileiro o movimento pesa porque o país importa boa parte do trigo que consome, e cotações externas em alta tendem a encarecer o cereal e seus derivados aqui dentro. Por outro lado, preços internacionais firmes podem abrir margem melhor para a safra nacional, concentrada nos estados do Sul. O próximo relatório de oferta e demanda do USDA deve ajudar a recalibrar essas expectativas.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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