Belo Monte adota IA para identificar espécies de peixes em tempo real
O complexo hidrelétrico no Pará começará a usar um algoritmo para reconhecer e contabilizar automaticamente cada espécie que atravessa a chamada escada de peixes, com previsão de entrar em operação em abril de 2027.
A tecnologia está sendo desenvolvida por equipes ligadas ao Instituto Atlântico, que treinam o sistema para diferenciar as espécies em tempo real, substituindo a análise manual das gravações feitas por câmeras. Hoje o acompanhamento depende de horas de vídeo revisadas por técnicos, um processo lento e sujeito a falhas. Para o setor rural e a aquicultura, o caso mostra como a visão computacional já sai do laboratório para o monitoramento ambiental em larga escala. A mesma lógica de reconhecer padrões por imagem tende a chegar ao campo, do controle de pragas à contagem de rebanho. Iniciativas como essa também reacendem o debate sobre os impactos de grandes obras hídricas sobre a fauna dos rios brasileiros.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Globo Rural:
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