Conflito entre EUA e Irã ameaça oferta de fertilizantes para o Brasil
A escalada de tensões entre Washington e Teerã pressiona os embarques de ureia pelo Golfo Pérsico, rota que concentra cerca de um terço do comércio global do fertilizante, e acende o alerta às vésperas do plantio no Hemisfério Sul.
O Golfo Pérsico responde por perto de um terço da ureia comercializada no mundo, e o volume de navios carregados com o insumo recuou desde o fim de junho, à medida que ataques a embarcações voltaram a assustar o mercado. Para o Brasil, que importa a maior parte dos fertilizantes que aplica na lavoura, qualquer aperto nesse corredor tende a encarecer o nitrogenado e a complicar a logística bem no momento em que o produtor prepara a safra. Argentina e outras grandes produtoras do Hemisfério Sul enfrentam o mesmo cenário. Por ora, o quadro é de atenção, e não de desabastecimento confirmado, mas o recado ao produtor é claro: acompanhar preços e avaliar antecipar compras antes que a instabilidade lá fora chegue ao custo da próxima safra.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Globo Rural:
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