Cota chinesa de carne bovina perto do limite faz frigoríficos frearem abate
Com quase toda a cota anual de exportação à China preenchida até junho, frigoríficos brasileiros começaram a reduzir o ritmo de abate, aponta a StoneX. O aperto deve pesar mais no terceiro trimestre.
A China, maior compradora da proteína bovina do Brasil, opera com um limite de volume para essas importações — e esse teto já estava quase todo ocupado no fim de junho, com cerca de 98,5% preenchidos. Com menos espaço para embarcar ao principal mercado, os frigoríficos passaram a reduzir o ritmo de abate, movimento que deve se intensificar no terceiro trimestre. Para o pecuarista, o recado é direto: plantas comprando menos boi pronto tendem a pressionar as cotações do boi gordo no curto prazo, com intensidade que varia conforme a região. Quem programa a venda do rebanho no segundo semestre precisa acompanhar de perto como esse gargalo de exportação vai se acomodar, segundo a leitura divulgada pela StoneX.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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