Divisão de açúcar da Raízen deve operar no vermelho por anos após cisão
A unidade de açúcar da Raízen tende a consumir caixa por vários anos após a separação do negócio, e o equilíbrio financeiro só é esperado no fim da década, segundo projeções citadas pelo veículo.
A Raízen, um dos maiores nomes do setor sucroenergético do país, teria pela frente um longo período de aperto financeiro na operação de açúcar depois de reorganizar sua estrutura societária. Segundo o que foi divulgado, a virada depende principalmente de uma alta nas cotações internacionais do açúcar — fator que a empresa não controla. Para o produtor de cana e para o mercado agrícola brasileiro, o recado é de cautela: quando uma gigante sinaliza margens apertadas, o preço pago pela matéria-prima e os investimentos em moagem podem sentir o efeito. O reequilíbrio de caixa só é projetado para o fim da década, o que reforça a leitura de que o ciclo de preços seguirá pesando na rentabilidade das usinas. Vale acompanhar como isso se reflete na próxima safra e na negociação da tonelada de cana.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo The AgriBiz:
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