Estratégia australiana contra a seca reforça as vantagens da pecuária brasileira
Um especialista comparou como a Austrália recorre a coprodutos para alimentar o rebanho quando o pasto escasseia na seca — e apontou a vantagem competitiva do pecuarista brasileiro, que produz majoritariamente a pasto.
A comparação parte de um problema conhecido do produtor: como manter o rebanho bem alimentado quando o pasto não acompanha a seca. Na Austrália, onde a estiagem é severa e recorrente, a saída passa por incorporar coprodutos da agroindústria à dieta dos animais, garantindo energia e proteína mesmo com a pastagem no limite. O paralelo joga luz sobre a força do modelo brasileiro, que ainda produz carne majoritariamente a pasto e a um custo mais competitivo. A lição prática, porém, é planejar a seca antes que ela chegue: reserva de alimento, suplementação estratégica e manejo do pasto evitam perda de peso e queda de produtividade no período crítico. Para o pecuarista brasileiro, tratar a estiagem como algo previsível — e não como surpresa — é o que separa margem preservada de prejuízo no cocho.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Giro do Boi:
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