Onda de calor na Itália reduz 10% do leite para o Parmigiano Reggiano
Uma onda de calor com marcas acima dos 40°C na Emilia-Romagna cortou perto de 10% da coleta de leite, pressionando a produção do famoso queijo italiano e ligando o alerta sobre o efeito do clima na pecuária de leite.
O calor intenso registrado no norte da Itália aumentou o estresse térmico do rebanho e derrubou o volume de leite entregue pelos produtores da Emilia-Romagna, berço de um dos queijos mais valorizados do mundo. Vacas expostas a temperaturas muito altas comem menos, bebem mais água e produzem abaixo do normal — um mecanismo que se repete em qualquer bacia leiteira, inclusive nas brasileiras. Com menos matéria-prima disponível, a fabricação do queijo tende a encarecer e a pressionar cotações no mercado internacional de lácteos. Para o produtor rural brasileiro, o caso serve de alerta: ondas de calor cada vez mais frequentes cobram sombreamento, ventilação, manejo de água e genética adaptada para preservar a produtividade. Conforto térmico deixou de ser detalhe e passou a ser estratégia direta de resultado no campo.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Forbes Agro:
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