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Juro mais baixo para armazenagem não deve destravar aportes, avalia Citi

Análise do Citi vê a redução dos juros do crédito para armazéns no Plano Safra 2026/27 como positiva, mas insuficiente para reanimar investimentos enquanto as margens do produtor seguirem apertadas.

Juro mais baixo para armazenagem não deve destravar aportes, avalia Citi
Imagem: card de marca AgroRumo News.

O Citi publicou nesta quarta (8/7) uma leitura sobre a linha de crédito para armazenagem do Plano Safra 2026/27, cujo juro foi cortado em 50 pontos-base e passou a ter teto de 9,5%. Para o banco, o desconto ajuda, mas dificilmente funciona como gatilho para uma nova rodada de silos e galpões enquanto a rentabilidade no campo seguir comprimida. Com retorno estreito na lavoura, o produtor tende a adiar a decisão de erguer estrutura própria de estocagem. Ter onde guardar a safra pesa no caixa porque permite segurar a produção e escapar da venda no auge da colheita, quando os preços costumam recuar. A expectativa é de que os aportes só ganhem tração quando as margens do setor abrirem espaço.

Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Globo Rural:

Leia a matéria completa em Globo Rural

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