Real forte e custos altos devem pesar sobre materiais básicos, projeta BTG
O BTG Pactual projeta um segundo trimestre de 2026 fraco para as companhias de materiais básicos sob seu radar. Commodities estáveis, real valorizado e custos em alta tendem a segurar os ganhos da maioria, salvo exceções pontuais.
Na leitura do banco, três forças se somam no trimestre: preços de commodities que pararam de subir, um real mais valorizado que reduz a receita em reais das exportadoras e custos internos ainda pressionados. Esse conjunto aperta as margens de setores como mineração, siderurgia e celulose, com apenas um destaque positivo citado pela casa. Para o agro, o sinal é indireto, mas relevante: o mesmo câmbio apreciado e a mesma pressão de custos que atingem as exportadoras de materiais básicos também alcançam quem vende grãos, carne, açúcar e papel ao exterior. Por isso, acompanhar o dólar e o custo de produção continua decisivo para o produtor projetar a rentabilidade da próxima safra.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Money Times:
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