Sem acordo com o agro, governo aposta em medida provisória para dívidas rurais
Reunião entre a equipe econômica e a Frente Parlamentar da Agropecuária terminou sem consenso sobre renegociar dívidas do campo. Travados em juros, prazos e alcance, o governo sinaliza recorrer a uma medida provisória.
O centro da queda de braço é o desenho da renegociação: a bancada ruralista pede juros menores, prazos mais longos e benefício amplo, enquanto a equipe econômica defende condições mais restritas e prioriza quem teve perdas climáticas. A proposta se apoia no Projeto de Lei 5.122, já aprovado no Congresso, mas a ausência de acordo levou o governo a estudar uma medida provisória para destravar o tema. Para o produtor endividado — muitos ainda pressionados por safras frustradas, custos altos e margens apertadas —, essas regras definem quanto vai pesar cada parcela e quem de fato terá direito ao alívio. As equipes técnicas devem voltar à mesa nos próximos dias, e o formato final influencia diretamente o caixa e o planejamento da próxima safra.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Compre Rural:
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