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Usina de cana em Goiás oferece R$ 3 mil e não acha operador

Em Jataí (GO), o setor sucroenergético enfrenta apagão de mão de obra: mesmo com salários de R$ 3 mil para operar colheitadeira, as usinas não conseguem preencher as vagas mais técnicas da safra.

Usina de cana em Goiás oferece R$ 3 mil e não acha operador
Imagem: card de marca AgroRumo News.

O polo sucroenergético do sudoeste goiano cresceu em ritmo acelerado, mas a formação de operadores qualificados ficou para trás. Numa usina de Jataí que moe 4 milhões de toneladas de cana por safra e rende 360 milhões de litros de etanol, a vaga mais difícil de preencher é a de operador de colheitadeira — mesmo com remuneração na casa dos R$ 3 mil por mês. 'A mão de obra não acompanhou o crescimento e este é um problema nacional', resumiu o gerente administrativo da unidade, Guilherme Badauy. Para quem vive do campo, o recado é direto: qualificação técnica virou um gargalo tão decisivo quanto máquina ou insumo, e investir em treinamento pode ser o que garante a colheita no prazo.

Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Notícias Agrícolas:

Leia a matéria completa em Notícias Agrícolas

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