Ciência mira leprose dos citros com diagnóstico rápido e menos acaricida
Centros de pesquisa desenvolvem ferramentas para detectar cedo o vírus da leprose e aplicar acaricida só onde o ácaro transmite a doença, o que pode baratear o manejo e reduzir defensivos nos pomares de laranja.
A leprose é uma das enfermidades mais caras da citricultura e se espalha pelo ácaro que carrega o vírus entre as plantas. Na safra mais recente, a doença teria derrubado cerca de 300 mil toneladas de frutos antes da hora no cinturão citrícola de São Paulo e sul de Minas, pressionando a produtividade dos pomares. Grupos como o Centro de Citricultura Sylvio Moreira, a Embrapa Mandioca e Fruticultura e o Instituto Biológico buscam detectar o vírus mais cedo e mirar o acaricida apenas nos pontos onde o vetor realmente transmite a doença. Também avançam alternativas como controle biológico, monitoramento por satélite e drone e a busca por variedades resistentes. Para o produtor, isso pode significar menos pulverização, custo mais baixo por hectare e um laranjal mais sustentável.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Planeta Campo:
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