Mato Grosso cria centro para mediar conflitos do agro e evitar longos processos
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso oficializou um núcleo dedicado a conciliar disputas do campo — de dívidas rurais a contratos —, projeto que a Famato defendia desde 2023 para dar mais previsibilidade ao produtor.
A Justiça de Mato Grosso passou a contar com um Cejusc dedicado só ao agronegócio, com sede em Cuiabá e atuação em todo o estado. A unidade vai buscar acordos em impasses típicos do setor — crédito rural, renegociação de dívidas, contratos, comercialização, logística e questões ambientais — pela via da mediação, no lugar da briga judicial arrastada. A articulação partiu da Famato, que levou a proposta ao TJMT e formalizou o pedido em 2023. Para o produtor, o efeito é concreto: acordos tendem a sair mais rápido e, depois de homologados, valem como título executivo, reduzindo a insegurança que costuma emperrar crédito e investimento no campo. Num estado que puxa a produção de grãos e de carne do país, menos disputa parada no Judiciário significa mais tempo para cuidar da lavoura e do rebanho.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo CNA Brasil:
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