Pecuária extensiva sofre mais com a mosca-do-chifre; entenda o motivo
A mosca-do-chifre, uma das principais pragas do rebanho nacional, tende a atacar com mais força em sistemas de criação a pasto, onde as fezes do gado servem de criadouro para as larvas.
A Haematobia irritans, conhecida como mosca-do-chifre, está entre os insetos que mais preocupam quem cria gado no Brasil, afetando o bem-estar e o desempenho dos animais. Segundo a Globo Rural, a infestação tende a ser mais intensa em sistemas de pecuária extensiva, ou seja, na criação a pasto. O motivo é biológico: as larvas se desenvolvem nas fezes deixadas pelo rebanho no campo, e o manejo a céu aberto interfere pouco nesse ciclo. Na prática, a praga pode significar perda de peso, queda no ganho produtivo e mais custo com controle. Acompanhar a carga de moscas e investir em manejo integrado ajuda a proteger a rentabilidade da fazenda.
Esta é uma síntese factual produzida pela redação automatizada da AgroRumo News. A matéria completa e original é do veículo Globo Rural:
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